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Jesus fala-nos de alguém que pensava ter assegurado o mais importante da sua vida mas afinal estava iludido.

Faz-me recordar um episódio antigo:
Um conferencista surpreendeu a assembleia: Pegou num frasco de boca larga, colocou-o junto a uma bandeja com pedras do tamanho de um punho e perguntou: Quantas pedras pensam que cabem neste frasco? Depois dos assistentes fazerem as conjecturas, começou a enchê-lo com pedras. Perguntou então: Está cheio? Toda a gente disse que sim. Tirou debaixo um saco de gravilha e começou a metê-la no frasco. Agitou-o. As pedrinhas penetraram por entre as maiores. De novo perguntou se estava cheio. Desta vez duvidaram. Em seguida começou a deitar areia dentro do frasco. Esta infiltrou-se pelos espaços vazios. Está cheio? Claro que não! Pegou num jarro com água e verteu-a dentro do frasco que absorveu sem transbordar.
– O que acabámos de demonstrar?
– Que não importa se a nossa agenda está cheia. Se quisermos, sempre conseguimos com que caibam mais coisas.
– Não – corrigiu o especialista – O que se conclui é que se não colocamos primeiro as pedras grandes, nunca poderemos colocá-las depois.

Quais são as pedras grandes da tua vida, aquilo que realmente vale? Põe-nas sempre em primeiro. O resto encontrará o seu lugar.

Pe. José David Quintal Vieira, scj
davidvieira@netmadeira.com