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De 3 a 7 de Junho, decorreu o Encontro dos Noviciados Dehonianos Ibéricos. No dia 3, logo de manhã, vindos no comboio Sud Espress, chegaram à estação da Pampilhosa os três noviços de Salamanca, todos venezuelanos, acompanhados pelo sócio do mestre, Pe. José Tutor. Acolheu-os o Pe. Fernando Fonseca, que os conduziu a Aveiro, de carro. Ao fim da manhã celebrámos a Eucaristia. De tarde, fomos à praia. A Adoração Eucarística foi o segundo momento forte do dia. Depois do jantar, visitámos Aveiro, e tomámos um gelado no Fórum.

O dia 4 foi destinado a visitar as comunidades dehonianas do grande Porto. Depois da celebração eucarística, partimos para o norte, passando pelas caves da Real Companhia Velha. Uma das razões da visita a essas caves, e não a outras, é que um dos noviços venezuelanos, filho de pais madeirenses, é apelidado de Marquês de Pombal por um célebre teólogo de Salamanca… Sabe-se lá porquê! Depois da observação das pipas e tonéis, a prova do branco e do tinto encerrou a visita. Prosseguimos com uma volta de carro pela cidade do Porto, do centro ao Castelo do Queijo e à Foz. A comunidade do Centro Dehoniano, na Avenida da Boavista, ofereceu-nos o almoço. Visitámos a Igreja paroquial, acompanhados pelo Pe. Carrara e prosseguimos para Betânia. O Pe. António Augusto mostrou-nos as instalações e serviu-nos uma boa merenda. Seguiu-se a visita à Obra ABC, onde o Pe. José Agostinho foi cicerone. À hora de jantar, estávamos no Seminário Pe. Dehon. A comunidade acolheu-nos cordialmente. Depois do jantar, o Ir. Camacho mostrou a casa e, pelas 21h30, celebrámos com os seminaristas, e com o povo das redondezas, o mês do Coração de Jesus. Uma bela experiência. Regressámos a Aveiro.
O dia 5, sábado, foi destinado à partilha de informações sobre as províncias de Portugal e Espanha, e sobre a região da Venezuela. O noviciado de Aveiro inaugurou a nova aparelhagem para projecção de trabalhos em power point. Deu-se atenção aos desafios do passado, a que os confrades de Portugal, Espanha e Venezuela procuraram responder. Mas deu-se especial atenção aos desafios do presente e aos que são previsíveis no futuro.

De tarde, os noviços venezuelanos acompanharam portugueses às catequeses, bem como às celebrações vespertinas da Eucaristia, boas ocasiões de contacto com a realidade pastoral das comunidades que servimos.

O dia 6 foi totalmente dedicado à peregrinação a Fátima. Os noviços animaram as pessoas que seguiam em 4 autocarros. Em Fátima, participaram como acólitos na celebração eucarística e na bênção da primeira pedra e das obras da nova igreja da Santíssima Trindade.
Depois do almoço, participaram na festa realizada no grande auditório Paulo VI, bem como na procissão eucarística. Regressaram cansados, mas contentes e felizes.

O dia 7, de manhã, foi destinado à celebração da Eucaristia, com partilha da Palavra, à avaliação do encontro e à redacção da mensagem final. Pelas 11, 30, partimos para Coimbra, visitando o mosteiro de Santa Clara a Nova, a parte oriental da cidade e o Penedo da Saudade. O almoço foi servido pela comunidade do Instituto Missionário, com a generosidade de sempre. Visitada a casa, seguimos para a Universidade, Sé Nova e Sé Velha, Santa Cruz e Baixa. Pelas 18.00 hora, partimos para a Pampilhosa, onde os noviços, com o Pe. Tutor, apanharam o comboio para Salamanca.

O encontro proporcionou-nos dias de excelente convívio, conhecimento e vivência espiritual. Que a todos sirva para um amor, cada vez maior, à vocação religiosa dehoniana, para serviço da Missão da Igreja.

| Fernando Fonseca, scj |