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A Paróquia da Encarnação (Estreito de Câmara de Lobos – Madeira) engalanou-se para acolher a celebração da Primeira Missa do Pe. João Nélio (dehoniano), na tarde do dia 8 de Agosto de 2004. Recorde-se que o Pe. João Nélio tinha sido ordenado sacerdote a 24 de Julho na Sé do Funchal, juntamento com o Pe. Luciano e o Diácono Roberto.
Por volta da 16h30 o neo-sacerdote chegou ao adro da Igreja acompanhado dos pais, os seis irmãos e demais família. Os chuviscos vieram acalmar um pouco a humidade e o intenso calor que se fazia sentir. Os cristãos da comunidade, o pároco e alguns sacerdotes dehonianos acolheram o Pe. João Nélio à entrada do adro. Um belo tapete de flores indicava o caminho da procissão até à entrada no templo. A igreja foi muito pequena para acolher os muitos fiéis que quiseram associar-se a este acontecimento.
Da celebração há a destacar a homilia do Pe. João Nélio que partilhou uma reflexão sobre as leituras dominicais que tinham sido proclamadas. Concluiu a reflexão falando sobre o sentido do ministério sacerdotal que agora começa a desempenhar na Igreja. No ofertório, além do pão e do vinho, foram levados ao altar diversos elementos simbólicos, com particular referência para a vela e a toalha usadas no dia de Baptismo do Pe. Nélio.
O momento pós-comunhão foi também particularmente significativo. O neo-sacerdote dirigiu uma prece à Virgem Maria (venerada na Paróquia como Senhora da Encarnação) e depositou um ramo de flores aos pés da imagem. Antes da bênção final o pároco, Pe. Luís, e o Pe. Agostinho Pinto (dehoniano) usaram da palavra para dar graças ao Senhor por esta nova vocação sacerdotal (a décima na paróquia nestes últimos anos) e apelar à generosidade dos jovens para o acolhimento do chamamento de Deus. O Pe. Nélio quis também expressar a sua gratidão a Deus que o chamou e a todas as pessoas que tornaram possível a concretização deste sonho, particularmente os seus pais a quem entregou um ramo de flores, como gesto de gratidão. Seguiu-se a bênção final e o beija-mão ao novo sacerdote.
No final do dia a família do Pe. Nélio ofereceu às várias dezenas de convidados um recheado banquete que se prolongou pela noite dentro, culminando com o cantar dos “parabéns” e o partir do bolo. Pelo meio não faltou a animação, o convívio, a alegria e as canções.

| Zeferino Policarpo, scj |