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Anexo mensagem que o P. Amaro me enviou hoje da Índia. Temos dois missionários portugueses na Índia. Procuraremos que parte da nossa ajuda vá directamente para eles, apoiando-os no imenso trabalho de reconstrução. A nossa solidariedade não pode esmorecer. Graças a Deus, já recebemos alguns contributos das comunidades e paróquias (estas integrar-se-ão sobretudo nas iniciativas de âmbito diocesano). Que ninguém fique arredado desta onda de solidariedade! Mãos à obra, dir-nos-ia o Padre Dehon, se estivesse connosco.
Será igualmente divulgada uma carta do Conselheiro Geral para a Justiça e Paz, apelando ao incremento da nossa solidariedade dehoniana para com as vítimas da tragédia asiática, em particular nos países onde estamos: Índia e Indonésia.
Manuel Barbosa, scj

«Obrigado Barbosa pela tua mensagem.
Eu estou de volta de Guntur a Kumbalanghy. De facto, tudo (a tragédia no sudeste asiático) aconteceu quando eu e o P. Guilherme estávamos a viajar de comboio (22 horas de viagem).
Neste momento, posso adiantar-te que a população tem sido fantástica na ajuda aos que mais sofreram com esta tragédia. Isto significa que as carências mais urgentes, depois de um acidente deste tipo, têm sido combatidas com dedicação. A nossa ajuda, e esta é a minha opinião pessoal, será mais importante quando vier a altura para a reconstrução das casas. Em vez de darmos dinheiro, a melhor coisa é mesmo comprar os materiais e fazê-los chegar ao destino. Temos religiosos do Kerala que podem tratar disso. Aliás, temos feito isso mesmo com um dinheiro que recebemos uns meses atrás para ajudar a construir casa para vizinhos mais pobres.
Outra vez, obrigado e desejo-te um Santo ano 2005.
Cochin, Índia, 6 de Janeiro de 2005.

P. Amaro Vieira»