Os trabalhos de transformação da casa vão caminhando rapidamente para o fim. Como é hábito dizer-se, “já se vê a luz ao fundo do túnel”. Nesta fase, abundam o pó, o lixo e a confusão. Foi por isso que foram necessários muito esforço e muitas horas de trabalho e dedicação para preparar os ambientes com um mínimo de dignidade para receber os convidados para a festa.
O pretexto para a festa era a Profissão Perpétua do José Rosário. Aconteceu no dia 22 de Setembro, Sábado, à tarde. À celebração presidiu o Pe. José Ornelas, Superior Geral da Congregação. Nela tomaram parte diversos confrades, vindos de várias comunidades da Província. E estiveram também os familiares do José Rosário e muitos amigos, sobretudo da Juventude Dehoniana. Foi bonita a celebração, bem preparada e muito bem participada.
O convívio que se seguiu à celebração foi muito agradável e animado. Decorreu no bonito refeitório da comunidade, agora já de cara bem mais limpa e arrumada. Foi festa até às tantas, em ambiente de muita familiaridade e animação, a que nem sequer faltou a realização de visitas guiadas às obras.
Ainda a procissão da festa não ia no adro e já novos motivos de celebração nos reuniam. Foi no fim da tarde do dia 24 de Setembro, Segunda-Feira. Há missionários que se preparam para partir para terras de missão. Reunimo-los numa só celebração eucarística, pedindo-lhes que nos deixassem o seu testemunho de missionários que partem. E cá apareceram o Pe. Pedro Coutinho, de partida para a Índia, o Pe. Amândio Rocha, que se prepara para rumar a Angola, e o Pe. Joaquim António, de malas aviadas para Madagáscar.
Foi uma celebração muito intensa, carregada de emoção. Sentimo-nos verdadeiramente Província e Congregação em estado de missão, sentimento reforçado pela presença do Superior Geral e do seu Assistente, do Superior, Ecónomo e Secretário Provinciais. A juntar a todas estas significativas presenças, houve ainda a alegria de se celebrar pela primeira vez na nova Capela criada no espaço que será habitualmente usado pelos grupos de reflexão e de oração que hão-de passar pela nossa casa. Há vida nova por estes lados.
| José Agostinho F. Sousa, scj |