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A 17 de Setembro de 1995 começava formalmente a presença Dehoniana na Diocese do Algarve, com a chegada da primeira Comunidade a Vila Real de Santo António, constituída pelo P. José Rota, P. Carlos Silva e Ir. Luís Silva, os dois primeiros já falecidos.

O Bispo do Algarve era à data D. Manuel Madureira Dias e o Superior Provincial da Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus era o P. Manuel Neto Quintas… hoje Bispo do Algarve. A zona pastoral que nos era confiada era a constituída pelos Concelhos de Vila Real de Santo António e de Castro Marim. 25 anos depois, é a mesma zona pastoral que nos está confiada. Ao longo destes 25 anos, foram 15 os Confrades Dehonianos que passaram por aquela Comunidade e aquela zona pastoral.

Estes 25 anos foram assinalados de forma simples e discreta, como se impõe no tempo presente. Às 11:30 foi celebrada uma Eucaristia, presidida por D. Manuel Quintas, Bispo do Algarve e nosso Confrade. A concelebrar estiveram os quatro padres Dehonianos que hoje constituem a Comunidade de Santo António, bem como o Superior Provincial, alguns dos Confrades que fizeram parte da Comunidade ao longo destes 25 anos, e diversos padres da Diocese, especialmente os que fazem parte da Vigararia de Tavira e alguns que são naturais daquela zona pastoral. A Igreja Paroquial de Vila Real de Santo António estava cheia, na lotação que as restrições do tempo presente permitem.

A Eucaristia foi marcada por um natural clima de profunda ação de graças por estes 25 anos de presença Dehoniana, que o Bispo do Algarve relevou no seu carácter profético, missionário e carismático, constituindo uma bênção e grande riqueza para toda a Diocese.

À Eucaristia seguiu-se um “Porto de Honra” para o qual todos os presentes foram convidados, mas poucos foram os que compareceram, porque o vírus impõe mesmo respeito. Não deixámos de partilhar o bolo que a ocasião impunha. Depois, os Confrades Dehonianos, os padres que tinham estado na concelebração e, claro, o Sr. Bispo, fomos almoçar, distribuídos em duas mesas, como convém em tempo de pandemia. Que possamos continuar a celebrar muitos aniversários, de preferência com menos limitações de movimento e de convívio.

P. José Agostinho Sousa, scj