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Cardeal-patriarca presidiu à Missa de encerramento das celebrações

O superior provincial dos Sacerdotes do Coração de Jesus (dehonianos) afirmou na celebração dos 50 anos do Seminário Nossa Senhora de Fátima que a casa é “muito significativa” para a província e “soube adaptar-se” a novas procuras de espiritualidade.

“Esta casa soube adaptar-se e criou condições para ser verdadeiramente um centro de espiritualidade. Por aqui passa muita gente, muitos grupos de reflexão, oração, conferências, cultura…  É uma casa aberta não apenas à Igreja e aos seus movimentos, mas também à realidade social, à cultura”, disse o padre José Agostinho Figueiredo à Agência ECCLESIA na reportagem emitida hoje, na RTP2 (programa Ecclesia).

Para o provincial dos dehonianos o Seminário Nossa Senhora de Fátima, construído diante do Monsanto, é um “lugar aprazível”, um ambiente para “refletir, rezar e também para se enriquecer culturalmente, para conviver, para partilhar”.

“Procuramos estar atentos às grandes questões do nosso tempo – é uma das características do ser dehoniano –, às realidades sociais, às grandes questões que incomodam e perturbam a nossa sociedade. Por isso, promovemos ações de formação nessas áreas, sobretudo da Doutrina Social da Igreja, para ajudar as pessoas no seu caminho, seja na caminhada cristã, seja a social e pessoal”, afirmou.

O padre José Agostinho Figueiredo lembrou que a casa “continua a ser seminário” e uma “casa de formação” importante para a Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus, aberta também a seminaristas de outras nacionalidades.

O cardeal-patriarca de Lisboa presidiu à Missa de encerramento das comemorações dos 50 anos do Seminário Nossa Senhora de Fátima e sublinhou o “carisma próprio” dos dehonianos e as “muitas vidas” e “muitos sonhos” que passaram pelo seminário de Alfragide.

“O seu carisma próprio, do padre Dehon, sempre muito atento ao que é a vida das pessoas e ao que a vida de Jesus teve de mais concreto e mais dedicado, continua a ser muito bom para todos nós e um ótimo incentivo para termos essa atenção do coração, do fundo de nós próprios, como próprio Coração de Jesus acontece”, afirmou D. Manuel Clemente.

Para o cardeal-patriarca de Lisboa, os sacerdotes que se formam no Seminário Nossa Senhora de Fátima são “um sinal” da necessária “atenção ao coração”.

Como refere o padre Manuel Barbosa no artigo “50 anos do Seminário de Alfragide” publicado no jornal Voz da Verdade, o Seminário Nossa Senhora de Fátima, em Alfragide, acolhe os estudantes que frequentam o curso de Teologia desde 1969.

PR/ Agência Ecclesia