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Foi assim que há mais de 25 anos os cristãos da Vila de Carnaxide e os seus párocos sonharam um novo lugar onde pudessem celebrar a sua fé, organizar a sua ação caritativa e levar à plenitude a sua humanidade.

Depois de tantos anos de procura, de interrogações e indecisões, eis que chega o dia de materializar o grande sonho de construir uma nova tenda de Deus no meio dos Homens com o lançamento da primeira pedra da futura Igreja de Nossa Senhora do Amparo. Estávamos em novembro de 1993 e o Pároco que deu corpo ao sonho de tantos homens e mulheres de boa vontade de Carnaxide foi o Padre Jorge Alves.

Depois desse dia marcante, presidido pelo Bispo Emérito do Algarve, D. Ernesto Costa, foram necessários cerca de 2 anos para o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. António Ribeiro, dedicar solenemente o templo a Deus na presença de muitos fiéis, Autarcas, Sacerdotes, Diáconos e um número significativo de confrades Dehonianos. Nesse dia foi, igualmente, inaugurado o Centro Paroquial de Carnaxide pelo então e atual presidente da Edilidade de Oeiras, Isaltino Morais. Estávamos em outubro de 1995 e o Pároco era o mesmo que lançou a primeira pedra e conduziu os fiéis de Carnaxide na edificação das Pedras Vivas do templo do Senhor, o Padre Jorge Alves.

25 anos depois, 15 de outubro, os paroquianos de Carnaxide quiseram agradecer o caminho percorrido. Devido ao tempo especial de calamidade, apenas nos foi permitido celebrar uma Missa de Ação de Graças presidida pelo actual Cardeal Patriarca, D. Manuel Clemente, na presença do Pároco, Padre Pedro Coutinho, de dois Párocos anteriores (João Nóbrega e Manuel Chícharo), do Padre José Agostinho, Superior Provincial, e do Padre António Correia. Foi lembrado e agradecido o trabalho levado a cabo pelos confrades que exerceram o múnus de Pároco e que não marcaram presença pela sua missão atual: Padre Manuel Martins, Padre Jorge Alves e Padre Nélio Luciano.

Assim foi mais um dia de bênção para esta comunidade paroquial que há 50 anos é servida pelos Sacerdotes do Coração de Jesus – Dehonianos. Oxalá, como escreveu um dia D. José Policarpo, que este templo seja para a Vila de Carnaxide “lugar visível onde os cristãos se reúnem para se alimentarem de Cristo e o anunciarem àqueles que ainda o não conhecem”.