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O Festival Primavera tornou-se um importante marco nas actividades do Seminário Missionário Padre Dehon. Com efeito, neste ano, assumiu-se mesmo como a principal iniciativa recreativa deste segundo trimestre, com os ensaios a terem início logo no mês de Janeiro.
Pouco depois do meio-dia, iniciámos a nossa festa com a Eucaristia, presidida pelo Pe. João Nélio Pereira. Foi uma celebração muito serena, sem pressa e equilibrada, em que cada um (seminaristas, pais, religiosos) deu um pouco de si, pois uns animaram o canto, outros prepararam a presentação dos dons, outros proclamaram as leituras, outros ainda deram uma cor especial ao momento de acção de graças.
O almoço foi farto e abundante, com cada família a partilhar um pouco dos seus bens, dos seus talentos e dotes culinários. Foi uma refeição aprazível e de bom convívio entre pais, seminaristas e comunidade religiosa. Alguns iam mirando as ricas doçarias, outros saciavam o seu apetite com todos aqueles manjares, que são manifestações da nossa cultura.

Depois do café e de um intervalo espaçado, demos início ao nosso festival, com a apresentação de nove músicas. É preciso dizer que, no geral, este evento correu muito bem. As vozes estavam afinadas e claras, sem serem abafadas pelos instrumentos, que souberam ocupar o seu lugar, dando ares da sua graça e mestria no momento oportuno. As canções eram muito diversificadas quanto ao género: desde o rock ao pimba português, das canções de mensagem às de intervenção. Enfim, havia músicas para todos os gostos.

A sala de jogos apresentou-se com um novo look: uma passadeira vermelha (a lembrar os Óscares), jogos de luzes, projecção de som e imagem, servindo como antecâmara para o auditório, preparando os espíritos para tudo aquilo que ia acontecer.

No festival, pudemos contar com a presença dos professores das actuais escolas dos seminaristas. Estiveram cá alguns professores do tempo em que havia aulas no seminário, para além de antigos alunos e muitos colegas de turma dos nossos seminaristas. Enfim, a sala estava bem composta com a afluência tão diversificada e de diversas proveniências.

Terminada a apresentação das músicas, fizemos um pequeno intervalo, dando oportunidade ao júri para deliberar os vencedores. No reatar do evento, foi apresentada uma encenação criada pelo Pref. Pedro de Sousa, a qual acabou por ser um momento muito forte da nossa tarde. Terminada a encenação, o Pref. Pedro assumiu a apresentação do evento e avançámos para a entrega dos prémios, o anúncio dos vencedores, o agradecimento a todos os que colaboraram neste festival e sem os quais ele não teria sido possível.

O dia crepusculou à mesa, com um lanche ajantarado, juntando todos os que vieram participar na nossa tarde. O sentimento geral era de satisfação e apreço. Como diz o poeta, "tudo vale a pena, quando a alma não é pequena".

José Domingos, scj