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O dia de hoje destinou-se a recolher os frutos do trabalho que temos vindo a realizar aqui em Neustadt. No primeiro encontro da manhã foi-nos apresentada uma proposta de documento final da Conferência. O texto de seis páginas foi elaborado pela Comissão de Preparação da Conferência que ontem trabalhou pela noite dentro. O documento recolhe as reflexões e propostas feitas nos diversos grupos de trabalho ao longo destes dias. No plenário desta manhã foi lido odocumento e feitas as primeiras observações. Depois, em grupos linguísticos, retomámos o documento para ser analisado e corrigido, juntando novas propostas. Após o almoço a Comissão recolheu todo o material elaborado nos grupos e fez uma nova redacção. Já ao fim do dia o novo texto foi apresentado em assembleia plenária. Surgiram novas observações e também algumas críticas construtivas no sentido de melhorar o documento, de tal forma que ele não seja uma cópia ourepetição do Projecto Educativo Dehoniano elaborado em Salamanca, em 2001, mas que o Projecto seja assumido pelos membros da Conferência e enriquecido com os elementos que nestes dias se reflectiu e se aprofundou nas conferências e trabalhos de grupo. Amanhã voltaremos ao texto para fazer a aprovação final.

Na primeira sessão plenária após o almoço, o Superior Geral, Pe. José Ornelas, fez à assembleia uma minuciosa apresentação sobre o estado da Congregação, novas perspectivas e desafios.

A liturgia de hoje esteve a cargo dos Dehonianos da América Latina. A eucaristia foi presidida pelo Pe. José Luis, do Equador. Desta vez o órgão de tubos deu lugar ao violão sabiamente manejado pelo Pe. Joãozinho, confrade do Brasil,conhecido pelas suas canções, palestras, livros…

À noite houve um animado convívio na Pfalzkeller que serviu também para homenagear as funcionárias da cozinha que nestes dias nos têm tratado muito bem com os tradicionais pratos alemães…

 

Nesta VIII Conferência Geral foram convidados alguns leigos para tomarem parte activa no decorrer dos trabalhos. Estão seis leigos. De Portugal veio o Prof. Roberto Fernandes, docente do Colégio Infante D. Henrique, no Funchal. Pedi-lhe para que colocasse por escrito as suas impressões sobres estes dias que tem vivido aqui na Alemanha. São dele as palavras que apresento de seguida.

 

Zeferino Policarpo, scj