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Há pouco mais de um ano, começavam as obras de remodelação e ampliação no Centro Dehoniano, no Porto, à Avenida da Boavista. Agora, um ano depois, foi a vez da bênção e inauguração destas mesmas instalações, a 1 de Outubro de 2011. A comunidade residente empenhou-se com esmero na preparação da festa a todos os níveis, desde a apresentação da casa, à preparação da Sessão Solene e da Cerimónia de Bênção, sem esquecer a parte do convívio fraterno à volta da mesa.

A bênção das instalações foi presidida pelo Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, que, no espaço da homilia, mostrou estima pelos religiosos dehonianos e indicou o caminho do testemunho como espaço de “nova evangelização”.

A celebração foi precedida por uma Sessão Solene em que tomaram a palavra o Superior da Comunidade, o Superior Provincial, o arquitecto da obra e o Superior Geral. O Pe. Paulo Vieira, naqualidade de Superior da casa, deu as boas-vindas aos presentes, enquanto oSuperior Provincial, Pe. Zeferino Policarpo, viria a fazer o historial do Centro Dehoniano, sem esquecer palavras de estima em relação a instituições e pessoas. Já o Superior Geral, Pe. José Ornelas, viria a acentuar a dimensão de esperança que está subentendida na inauguração de uma casa de formação comoesta, em contexto europeu, onde as estatísticas mostram o decréscimo de vocações à vida religiosa. A apresentação da obra, no decurso desta sessão solene esteve a cargo do arquitecto Nuno Valentim que, com recurso a meios audiovisuais elucidou os presentes acerca do projecto, daquilo que era o Centro Dehoniano e aquilo em que se transformou…

Durante a sessão, os discursos foram entremeados por pequenas peças musicais, executadas por alguns amigos da nossa comunidade, concretamente duas guitarras, uma flauta transversal e umsaxofone. Este mesmo grupo animou a liturgia de bênção, com momentos de música instrumental e de canto.

Nisto tudo, houve tempo para uma visita livre à casa. Grande interesse suscitaram os quartos novos, na parteampliada, sobretudo pelo aproveitamento de espaço que representam. Mas toda a obra representa um projecto bonito no seu conjunto, como era a apreciação geral das várias pessoas que passaram connosco este momento.

Em jeito de agradecimento, aqui fica uma palavra de agradecimento, antes de mais, a todos quantos tornaram possível este momento: à Província Portuguesa por ter acreditado nesta obra, quando a aprovou no Capítulo Provincial de 2009; aos benfeitores da mesma Província, por terem sido a expressão mais viva da Divina Providência, na concretização desta obra.

A comunidade religiosa e os seminaristas que aqui vivem manifestam também o seu apreço a todos as pessoas que nos ajudaram a concretizar esta festa, a começar pela nossa funcionária, a D. Camila, que não olhou a tempos para preparar a festa; isto sem esquecer os amigos que participaram com as suas prestações musicais, com a oferta de iguarias diversas e também no serviço da casa para que tudo corresse bem.

Ricardo Freire, scj