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▬ Foi na Catedral que D. António Carrilho, bispo da diocese do Funchal, presidiu, no passado dia 24 de Julho, à celebração da ordenação de três diáconos e do presbítero José Rosário Freitas Costa, dehoniano.

Presente o bispo emérito do Funchal, D. Teodoro Faria e muitos sacerdotes diocesanos e religiosos. Em lugar de destaque o nosso Superior Provincial, padre Zeferino Policarpo. Presentes, igualmente os nossos seminaristas do Colégio Missionário S. Coração.

Os pais do nosso neo-sacerdote ocupavam o primeiro banco dos fiéis. Logo atrás estavam as suas irmãs, com os respectivos maridos e filhos.

Às 10h00 começou a festa. Grande festa diocesana, animada liturgicamente pelo coro Grupo SolMiCanto, da paróquia da Santa, freguesia do Porto Moniz, com bandolins, viola, saxofone, flauta e órgão. E, no fim, não faltaram palmas.

O senhor bispo, na homilia falou sobre a importância do sacerdócio e da sua necessidade, não só na sua diocese, como em toda a Igreja. Fez referência, por ser o Ano Sacerdotal, ao Santo Cura de’Ars, citando as suas palavras: ‘O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus’. Sendo ‘dom por excelência’, ‘conscientes da grandeza da missão e da fragilidade humana, os sacerdotes aceitam alegremente o desafio da aventura evangélica. Eles devem testemunhar com a sua vida a Beleza do Rosto de Cristo e da Igreja…empenhem-se por isso, como recomenda S. Paulo a Timóteo, por “reavivar o dom de Deus” que cada um recebeu, com um coração indiviso, uma verdadeira caridade e solicitude pastoral para com todos’.

Ao terminar a sua homilia, citou o padre José Rosário: ‘Tenho a firme consciência de que o caminho vocacional percorrido, até à Ordenação Sacerdotal, e o que espero percorrer, não foi nem será um percurso individual. Nesta caminhada, passaram muitos colegas, superiores, familiares, benfeitores e muitas outras pessoas que nem o nome conheço. A todos o meu obrigado’.

Terminada a celebração na Sé, o neo-sacerdote subiu até ao Colégio Infante D. Henrique para o almoço. Acompanharam-no a família, os dehonianos, docentes e funcionários do Colégio Infante D. Henrique. A refeição foi esmeradamente preparada pelas funcionárias do Colégio. Bem preparado, não só a comida, mas também o ambiente. O padre José Augusto, superior e director do Colégio, com a professora Maria Arminda Marques, preparou os painéis: um à entrada do Colégio e dois nas salas de convívio. As professoras Ana Policarpo e Margarida Teixeira encarregaram-se das flores. Maria Agostinha Garcia coordenou os serviços da cozinha.

E a sala dos convivas encheu-se…

No momento de partir o bolo, o superior da comunidade, padre José Augusto Alves Cancela, foi o primeiro a falar, manifestando a alegria de ter recebido na sua comunidade o neo-sacerdote, padre José Rosário Freitas Costa. Agradeceu o trabalho do então prefeito José Rosário, formulando votos de um feliz e fecundo apostolado sacerdotal dehoniano. Recebeu uma grande salva de palmas, quando manifestou o desejo de ver o padre José Rosário a trabalhar com alegria e entusiasmo no Colégio Infante D. Henrique.

O irmão Camacho, representante da comunidade do Seminário Missionário Padre Dehon, à qual pertence o padre José Rosário, tomou a palavra e em nome de todos os membros, saudou o sacerdote e a família e desejou as maiores felicidades e sucessos no seu trabalho apostólico.

Falou, de seguida, o Superior Provincial, padre Zeferino Policarpo. Alegre e feliz por o Coração de Jesus ter concedido a graça de mais um sacerdote à Congregação e à Igreja. Agradeceu a família o dom do seu filho…

– Obrigado senhores padres que o aturaram todo este tempo – respondeu mais que feliz a mãe do neo-sacerdote.

O Superior Provincial terminou a sua intervenção, lendo a mensagem enviada pelo nosso Superior Geral, padre José de Ornelas Carvalho e entregou a ‘bênção papal’ ao sorridente e jovem sacerdote.

Por último, falou o festejado, padre José Rosário Freitas Costa: Obrigado por tudo! Obrigado a todos.

» Ferdinando Freitas, scj