No dia 29 de Maio pelas 16.00 horas, realizou-se no Instituto Missionário Sagrado Coração, em Coimbra, a ordenação diaconal dos dehonianos Joaquim António Ferreira Magalhães e Ricardo Jorge Ribeiro Freire de Oliveira. Estavam felizes por este importante passo no seu ministério ordenado.
Esta celebração estava prevista como acção de graças pela Beatificação do Padre Leão Dehon, que foi adiada devido à morte de João Paulo II. De qualquer modo, tivemos como intenção a acção de graças pelo carisma que o Padre Leão Dehon legou à Igreja (também no contexto da próxima Beatificação).
Estiveram presentes os três Bispos dehonianos lusos: D. Manuel Neto Quintas, Bispo do Algarve (que presidiu), D. António de Sousa Braga, Bispo de Angra do Heroísmo (que proferiu a homilia), e D. Alfredo Caíres de Nóbrega, Bispo de Mananjary, Madagáscar (que nos interpelou à missão em breves palavras no final da celebração). O Superior Geral da Congregação, P. José Ornelas Carvalho, enviou uma sentida mensagem escrita, que foi lida pelo Superior Provincial, P. Manuel Barbosa, também no final da celebração.
Sendo uma celebração a nível de toda a Província, contámos com a presença de muitos confrades vindos das 15 comunidades, dos 8 noviços, dos seminaristas de Coimbra e seus familiares, de ex-dehonianos e antigos alunos, de familiares e amigos dos ordenandos, de membros da Família Dehoniana. Teve um significado especial a presença de alguns missionários de Madagáscar (Ir. José Manuel e P. Rafael Sousa) e Angola (P. Manuel Domingos Pestana).
Foi uma celebração festiva bem animada pelo grupo coral, dirigido pelo P. Fernando Fonseca e constituído pelos seminaristas de Coimbra, pelos noviços de Aveiro e pelos jovens religiosos de Alfragide. O mestre-de-cerimónias P. Manuel Saturino da Costa Gomes preparou e orientou de forma liturgicamente competente todo o desenrolar da celebração.
Todos participaram com fé e alegria nesta Eucaristia, em si mesma acção de graças pelos dons que o Senhor continua a conceder à Igreja através do carisma que o Padre Leão Dehon nos deixou.
À Eucaristia seguiu-se um convívio fraterno, num lauto banquete bem recheado de comes e bebes. Houve bolo, champanhe e discursos. Não faltou a actuação musical da tuna do instituto Missionário.
O dia terminou com a visita amiga do Senhor Bispo de Coimbra que, embora cansado de um dia intenso de actividades pastorais na sua Diocese, nos deu a honra de connosco privar durante alguns momentos fraternos.
Uma palavra final de um enorme obrigado à comunidade de Coimbra, aos confrades, seminaristas, empregadas e amigos do Instituto Missionário. Tudo foi excelentemente preparado e orientado: a capela, os espaços envolventes, o salão de festas, o jantar. Tudo concorreu para um bom ambiente de oração, de convívio e de festa.

| Manuel Joaquim Gomes Barbosa, scj |