Nos passados dia 23 a 25 de Abril alguns elementos das “Famílias Dehon” (projeto ainda a fazer uma caminhada) visitaram os lugares dehonianos em França.

Em Paris tiveram a possibilidade de conhecer alguns lugares emblemáticos da história, assim como marcantes na vida do Padre Dehon, destaque para São Sulpicio. Remamos depois para La Capelle onde conhecemos a casa onde nasceu o Padre Dehon e conhecemos parte das propriedades da família Dehon. Visitamos o cemitério onde está a família Dehon. A cerca de 50 quilómetros, em São Quintino, rezamos junto aos restos mortais do fundador da Congregação. Todos os lugares visitados foram acompanhados por sacerdotes das comunidades locais que com muito entusiasmo nos receberam e partilharam connosco aquilo que nos une, a Espiritualidade Dehoniana.

“Ao longo dos últimos 25 anos a Espiritualidade Dehoniana faz parte da minha caminhada e da minha vida. Do que ao longo destes anos li, ouvi sobre a vida da Pe Dehon foi nestes dias experienciado e sentido de forma especial na visita aos lugares onde nasceu e viveu. A expetativa era grande e foi totalmente superada, destaco La Capelle que encheu o coração de paz… e o acolhimento das comunidades que nos receberam. Que o Pe Dehon me continue a inspirar na descoberta da vocação e missão na sociedade e na Igreja e nos continue a ajudar no projeto e realidade da Familia Dehoniana.” Emília Meireles

“Nós somos o resultado daquilo que vamos construindo.

Ter a oportunidade de ver, estar e vivenciar os lugares onde o P. Dehon nasceu e viveu grande parte da sua vida, foi uma experiência muito enriquecedora e sobretudo emotiva. E poder fazê-lo em família, mais ainda.

A experiência de seminário onde fui conhecendo e cada vez mais admirando o P. Dehon, pela sua determinação e por toda a sua resiliência, acho que nos deve inspirar ao longo da nossa vida.

Nestes dias, tive oportunidade de rezar para que seja capaz de olhar e aprender sempre com o exemplo do P. Dehon, e pela família dehoniana em particular pelos religiosos, para que tenham sempre presente a espiritualidade dehoniana.” José Luís Freire, Rosa e Joana.