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De 10 a 15 de Janeiro, realizou-se, no Collegio Internazionale Leone Dehon, em Roma, o encontro dos Bispos Dehonianos. Estiveram presentes dezanove: António Braga, Manuel Quintas, Alfredo Caires, Tomé Makwhwéliha, Élio Greselin, Cláudio Dalla Zuanna, Gaetano di Pierro, Aloysius Sudarso, Murilo Krieger, Aloísio Oppermann, Nelson Westrupp, Carmo Rhoden, Wagner da Silva, Vital Chitolina, Vilson Basso, Adam Musialek, Virginio Bressanelli, Józef Wróbel, Teemu Sippo. Seis não puderam estar presentes devido a problemas de idade, e/ou de saúde: Cardeal Eusébio Scheid, Cardeal Stanislaw Nagy, os bispos André Henrisoesanta, Joseph Potocnac, Geraldo Dantas. O arcebispo Wilson Jönck também não pôde estar presente porque, nestes dias, passava pela sua arquidiocese a Cruz das Jornadas Mundiais da Juventude.

Durante o encontro, os Bispos foram postos ao corrente da vida da Congregação, dos seus projetos de expansão e da situação referente à beatificação do Padre Dehon. Escutaram uma conferência sobre o nosso carisma feita pelo Vigário Geral, Pe. John Van Den Hengel. Reflectiram sobre a missão do religioso dehoniano bispo, hoje. Pelo meio, houve partilha de experiências de vida, daquilo que o carisma os ajuda na sua missão, bem como do que esperam da Congregação. Na manhã do dia 11 veio falar-lhes o Cardeal João Brás de Avis, Prefeito da Congregação dos Religiosos e Institutos de Vida Consagrada.

O dia de sábado foi ocupado com um passeio a Nápoles, a que se juntou a comunidade do Collegio Internazionale. Visitámos o centro histórico da cidade e algumas igrejas como a catedral onde se guardam as relíquias de S. Januário, a igreja do Gesù, onde estão os restos mortais de S. José Moscati, leigo médico, a igreja dos Dominicanos, onde se guarda o célebre Cristo que falou a Santo Tomás de Aquino, que ensinou no convento anexo. Pelas ruas da cidade, perdemos e encontrámos um pastor, arcebispo, por sinal. A alegria foi tanta, que fomos logo para um restaurante à beira-mar, onde nos esperava o Superior Provincial da Itália do Sul, com diversos confrades, para celebrar o reencontro. Alguém se propõe escrever a parábola do “pastor perdido e encontrado”!

Era já noite, quando chegámos à Cidade Eterna. Um dia em cheio e muito belo pelo convívio pela descontração, pela serenidade e pelo espírito fraterno entre todos, bispos, Conselho Geral, colaboradores da Cúria, estudantes.

No domingo, dia 13, os bispos foram celebrar à Basílica de Cristo Rei, construída por iniciativa do Padre Dehon, onde vive e trabalha uma comunidade dehoniana da Província da Itália do Norte.

O encontro terminou ao fim da manhã do dia 15 de Janeiro, com uma celebração eucarística presidida pelo Superior Geral. Logo depois do almoço, alguns dos nossos bispos começaram a regressar às suas dioceses, pois os trabalhos são muitos.
Mas ficou em todos o gosto de um encontro inédito que, queira Deus, se possa repetir.

Fernando Fonseca, scj