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Foi com grande alegria e entusiasmo que a comunidade religiosa do Seminário Missionário Padre Dehon, seguindo as indicações da Conferência Episcopal Portuguesa, retomou a celebração das missas com a presença da assembleia, no passado dia 30 de maio.

Era perto das 19 horas duma tarde solarenga quando o superior, padre António Loureiro, dava as “boas-vindas” aos fiéis, benfeitores, antigos alunos e amigos do seminário. Desta forma, recebia as pessoas para uma missa campal no campo de futebol, tendo como cenário de fundo a extraordinária vista sobre a cidade do Porto.

As cerca de uma centena de pessoas ficaram espalhadas pelo campo de futebol e jardim do seminário, para participar na Eucaristia, presidida pelo padre António Loureiro e concelebrada por alguns membros da comunidade. No desenrolar do ato litúrgico, destacaram-se algumas alterações relativamente às liturgias antes da pandemia: todos os fiéis marcaram a sua presença de máscara colocada, estando sentados, mais ou menos, a dois metros de distância uns dos outros; tanto os sacerdotes como os acólitos desinfetaram as mãos várias vezes; não houve o habitual gesto da paz; e na comunhão, para além de ser na mão, os padres foram ao lugar de cada um dos presentes.

Com um altar e ambão de pedra no meio do campo de futebol, a liturgia pôde contar com um tempo muito agradável e com a beleza da música de órgão. Na sua homilia, o presidente expressou as saudades que já tinha de ver cada um dos fiéis e poder rezar com eles a Deus.

Já eram 20 horas quando o padre Loureiro reproduziu uma oração que o Papa Francisco tinha feito neste mesmo dia em Roma, pedindo o fim da pandemia. As pessoas regressaram a suas casas, com a alegria e a paz de poderem retomar a participação na Eucaristia bem estampadas no rosto.

Nuno Gomes, seminarista dehoniano