O dia 20 de Abril – 2º dia da XI Semana da Província – deu continuidade à reflexão em pequenos grupos de trabalho, aplicando a metodologia sinodal do “diálogo espiritual”.

Se no primeiro dia se fez memória do percurso formativo de cada um, hoje de manhã, cada um e cada grupo procurou fazer uma leitura do tempo presente identificando desafios e oportunidades, na certeza de que todos os tempos exigem ajustes e adaptações, gerando crises, e que estas são sempre oportunidades de superação e crescimento.

No centro do dia, antes do almoço, privilegiou-se um tempo de silêncio, em adoração eucarística. Disponibilizou-se a cada participante uma síntese da reflexão dos grupos, partilhada em plenário, para acompanhar esse tempo de oração.

As reflexões da tarde por grupos etários e por âmbitos pastorais, apresentados, por fim, em plenário, orientaram-se para as interrogações: o que fazer? E como fazer? Referiu-se a necessidade de cuidar de uma cultura de formação que estimule o gosto de cada pessoa se formar em diversos âmbitos, que faça das comunidades espaços e tempos saudáveis que, por si, serão formativos, não descorando a necessidade de se desenhar um plano de formação permanente mais sistematizado a um nível mais Provincial, integrado em projectos de formação da Congregação.

Para a celebração da Eucaristia do fim da tarde, convergiram as inquietações pessoais, a riqueza dos diálogos nos grupos, e as sínteses (quase programáticas) dos plenários. Presidiu à Eucaristia o P. Manuel Nóbrega Chícharo no dia em que estreia um novo primeiro dígito: 80.

Perfumaram o dia os vários tempos de convívio e encontro espontâneo, que os 2 últimos anos fizeram desejar ainda mais.

P. António Pedro Monteiro