Encontro de Alfragide SCJ Sempre

Vindos de Vila Real, Madeira, Porto, Roma, Venezuela, Lisboa e arredores, reunimo-nos em Alfragide nos dias 14 e 15 de março de 2026.

Acolhidos com abraços e brindes, começamos por organizar os espaços e as fotografias e símbolos para a sessão de abertura, bem como as
“prendas” para o loto. Seguiu-se um momento de apresentação das pessoas e das suas expetativas para este encontro, enquanto eram projetadas fotos do nosso passado.

No jantar, fomos surpreendidos com vários manjares, destacando a carne de javali, confecionada com os melhores condimentos! Seguiu-se um loto que animou o serão com números, prendas e músicas.

No domingo, na sessão reflexiva, o Superior da Comunidade de Alfragide, o Pe. Manuel Barbosa, explanou a riqueza da carta do
Superior Geral para o dia 14 de março de 2026, que inicia com uma certeza “Quem encontra um amigo encontra um tesouro” (Sir 6,14), e termina com o desafio da unidade no Coração que nos une. Partilhámos os valores dehonianos e os modos da sua concretização na atualidade.

Depois, celebrámos a Eucaristia, que foi presidida pelo Superior Provincial, o Pe. João Nélio Simões, e que aproveitou para destacar o que sentido de FAMÍLIA que interliga a todos e o ser SCJ Sempre, bem vivo nas patilhas deste reencontro.
Seguiu-se o almoço de confraternização, onde continuamos a compartilhar experiências passadas e projetos futuros. Tirámos a fotografia de família e prolongámos a conversa no café.

Em tudo isto, sentimos que o eco da identidade dehoniana está bem vivo nas nossas comunidades, famílias e trabalhos. Afinal, há experiências que imprimem caráter e deixam marcas, permanecendo o essencial: a reta intenção, a disponibilidade para ajudar, mesmo no meio da pressa e da superficialidade do tempo presente. E, no entanto, permanece o essencial, como a reta intenção, o “sint unum” e a disponibilidade para ajudar, mesmo no meio das “pressas” do tempo presente.

Sentimos também a alegria de quem esteve presencialmente ou à distância. E ficou viva a consciência do legado que recebemos: integrar a Boa Nova do Evangelho em todas as realidades humanas, com a inteligência do coração e a coragem de sair de qualquer “sacristia” que bloquei a iniciativa para sermos o que somos.

Porque estamos todos no mesmo barco, saímos com a certeza de que o melhor que herdámos do fundador e confrades foi este CORAÇÃO PENSADOR: a capacidade de viver o presente com lucidez, olhar o futuro com esperança e fortalecer “laços” que se traduz no respeito por todos e cada um, e na alegria de caminharmos juntos.

E acolhemos desde já o convite da Comunidade de Alfragide para o reencontro no próximo ano, nos dias 13 e 14 de março, no mesmo local e com os mesmo objetivos.

Jacinto Jardim