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Foi num Domingo chuvoso e ventoso que, no Seminário Nossa Senhora de Fátima, com os muitos leigos que se quiseram associar, celebrámos antecipadamente a Tarde Dehoniana, desta feita dedicada a pensar a Dimensão Social do festejado e nosso fundador, Padre João Leão Dehon.

Com um painel de peso e de “ouro” iniciámos este nosso encontro meditando na carta que o Superior Geral, Padre Heinrich Wilmer, escreveu a toda a Família Dehoniana, intitulada “Cristo, refúgio dos aflitos e dos pecadores”.

De seguida, pela voz e pensamento do Octávio Carmo, chefe de redação da Ecclesia, pensámos o jornalista a partir das intuições do Padre Dehon, especialmente da ideia de reparação e mediação; o Diácono Fernando Magalhães, na qualidade de diretor do Colégio da Diocese de Setúbal, partindo dos discursos do Padre Dehon aos alunos do Colégio de S. João, deu-nos uma aula sobre o agente e destinatário do processo educativo; o Padre Luciano Vieira fez eco das intuições deixadas pelo Padre Fundador para a ação social e como elas se podem atualizar hoje nas paróquias e centros sociais; no final o Bispo de Setúbal, D. José Ornelas, encerrou este momento com uma prelação acerca do nosso fundador como Homem de Igreja e como apóstolo social, partilhando com os circunstantes os desafios que vai encontrando na sua vivência pastoral na Diocese Sadina.

A tarde continuou com a Eucaristia festiva, presidida pelo Bispo Emérito de Angra, D. António Braga e animada pelos grupos corais de Carnaxide, Outurela e Bairro da Boavista magistralmente regidos pelo nosso Ir. António Silva, acompanhado ao órgão pelo Padre Jacinto de Farias.

No final, durante o porto de honra, reinava a certeza de que vale sempre a pena conhecer e divulgar as linhas mestras do pensamento social do nosso fundador para assim podermos ser fiéis aos desafios que o tempo presente nos apresenta.

Tiago da Eira Pereira, SCJ