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As festas foram bonitas!

O “culpado” foi o Pe. Gil Alfredo da Silva. Foram muitos os que se juntaram, primeiro para a Ordenação Presbiteral e depois para a Missa Nova do Pe. Gil. A Ordenação aconteceu na Paróquia do Livramento, Ponta Delgada, uma paróquia que está confiada aos Dehonianos e onde o Pe. Gil viveu experiência pastoral enquanto frequentava o Centro Missionário do Coração de Jesus. A Missa Nova foi celebrada na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, Ribeira Grande, paróquia de residência da família do Pe. Gil.

A celebração da Ordenação foi presidida pelo Sr. D. Manuel Linda, bispo das Forças Armadas, que se disponibilizou a prestar-nos este serviço, em substituição do Sr. D. António Braga, que não pôde estar presente por motivos de saúde. O bispo de Angra não esteve presente, mas foi amplamente lembrado, e de forma muito emocionada, em ambas as celebrações.

A celebração da Ordenação foi sóbria, simples, muito bem presidida pelo Sr. D. Manuel, bem organizada pela comunidade paroquial, especialmente o pároco, Pe. Pedro Coutinho, bem orientada pelos “mestres de cerimónia” ad hoc, Pe. Albino Eduardo e Pe. Jorge Magalhães, muito bem participada por todos. O Pe. Gil viveu entusiasticamente este momento tão especial. O calor era muito, sobretudo muito húmido, o que provocou uma espécie de sauna gigante na Igreja, mas não impediu a numerosa participação, tanto na Igreja como depois no convívio organizado no largo situado nas traseiras do templo.  

Missa Nova na Ribeira Grande contou igualmente com muita gente e muito calor. Os padres das redondezas apresentaram-se em bom número. A celebração correu muito bem, não faltaram o tradicional tapete de flores, a banda filarmónica e até os foguetes. O pároco local, Pe. Roberto, acolheu-nos com muita simpatia e boa organização.

À celebração eucarística seguiu-se um convívio em casa dos pais do Pe. Gil. De referir que entre os convivas estavam também vários ex-alunos dos nossos seminários, que não quiseram deixar de partilhar connosco tamanha alegria. O caso não era para menos, afinal já não víamos um Dehoniano açoriano a ser ordenado presbítero desde 1978 e a Paróquia da Conceição da Ribeira Grande não tinha uma Missa Nova desde 1946. Tinha que se fazer festa!

Pe. José Agostinho F. Sousa, scj