A Tarde Missionária é já uma sã tradição da casa! A comunidade, não querendo faltar a esse preceito, organizou uma vez mais esta iniciativa, que este ano testou aos “limites” a logística da casa.

O objectivo é juntar os organismos e as pessoas das Paróquias e Capelanias que nos estão confiadas para celebrar o Dia Mundial das Missões, reflectir acerca do impulso missionário e partilhar experiências. E de facto tal realizou-se! Porém, este ano esta iniciativa fora alargada à Vigararia da Amadora e, ainda no contexto do ano da vida consagrada, a todos os consagrados da região de Lisboa.

Tal como a chuva que ameaçava ao início da tarde, os participantes foram chegando às pinguinhas. Pouco a pouco o auditório foi-se compondo e as notas das guitarradas do nosso Superior e do Director Espiritual foram alegrando os já instalados. Depois de uns “flashes” rápidos sobre a mensagem do Papa para este dia, foi tempo de dar voz aos missionários. Três religiosos de congregações da periferia fizeram reflectir sobre a importância e a necessidade de pensar a missão no meio em que cada qual se insere. Isso abrange também as missões ad gentes, tão caras ao nosso instituto. D. José Ornelas, fazendo eco da caminhada que fizera até agora e perspectivando a nova missão que lhe fora confiada, reafirmou esta atitude fundamental de ser missionário em toda e qualquer parte: “onde houver um homem, há sempre missão”.

Poder contar com o D. José Ornelas foi uma feliz coincidência, que muito nos honrou e alegrou, tanto pela sua participação em palco, como pela sua presença na Eucaristia, que sucedeu à tarde de testemunhos. À semelhança do que se passara no auditório, também a capela preencheu-se. Após a celebração da Eucaristia, bem vivida, animada e celebrada, o encontro teve como últimos instantes o habitual lanche ajantarado. Convívio feito, experiências partilhadas e saudações trocadas, foi tempo de cada cristão seguir a sua missão!

António Silva, scj